Cores para pintar igreja: descubra o tom ideal

O Brasil é considerado uma das nações mais religiosas do planeta. Por aqui, há pessoas de todas as crenças: do budismo ao islamismo, passando pelo cristianismo, espiritismo, religiões de matriz afro, entre outras. Mas o cristianismo segue sendo o maior grupo religioso. De acordo com o último censo do IBGE, mais de 80% da nossa população estava ligada a alguma igreja, seja católica ou evangélica. Segundo o Pew Research Center, em números de cristãos, estamos atrás apenas dos Estados Unidos.

Não restam dúvidas do quanto as instituições religiosas, e aqui incluem-se as igrejas, contribuem com a sociedade por meio de uma série de projetos e iniciativas de inclusão, como este (católico), ou este (evangélico). Onde o Estado não consegue chegar, muitas vezes, é a igreja que viabiliza um papel social de acolhida.

Boa parte dessas iniciativas são realizadas nos templos, afinal, é ali que o fiel se encontra para louvar, cantar, adorar, mas também servir. E quando falamos da estrutura física de um templo em si, precisamos nos ater a alguns detalhes importantes, como a cor da tinta ou o tipo de tinta ideal para pintar a igreja. Dependendo do tipo de cor escolhida, vamos causar desconforto no público. E se a tinta usada for de má qualidade, teremos de repintar a igreja mais vezes, o que trará mais custos à obra.

Foi pensando em dar dicas sobre o tipo de tinta e os tons que podem ser usados aí na sua comunidade que criamos este artigo. Afinal, nós sabemos o quanto esse espaço de culto é importante não apenas aos membros, mas a toda a comunidade que, de alguma forma, usufrui do importante trabalho da sua igreja.

Igrejas: locais de fé e esperança

Quem vê de fora pode até achar que a igreja é mais um prédio – como outro qualquer. Mas não é bem assim. Essas construções não são um amontoado de tijolos, cimento e tinta. Trata-se de um espaço onde o aflito encontra consolo, o desesperado acha ajuda, as famílias encontram apoio e o indivíduo se reconecta consigo mesmo.

É por isso que igrejas são, essencialmente, locais de fé e recomeço. Para muitos, é o lugar onde a vida começa a ser reescrita a partir da ótica da esperança.

Números de igrejas no Brasil

Não é possível estimar a quantidade exata de igrejas no Brasil, pois, hoje, esse número cresce a cada dia. Mas dá pra indicar quais são as maiores denominações. A Igreja Católica é a que tem a maior membresia (cerca de 120 milhões). Em seguida vem a Convenção Geral das Assembleias de Deus (6.000.000 de membros), a Congregação Cristã no Brasil (4.500.000 de membros), a Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (4.000.000 de membros) a Igreja Universal do Reino de Deus (1.873.243 de membros), a Igreja do Evangelho Quadrangular (1.808.389 de membros) e a Convenção Batista Brasileira (1.790.227 de membros).

Essas são as maiores em números de membros e, consequentemente, templos.

A Constituição Federal e as igrejas

Como toda instituição, as igrejas também possuem direitos e deveres. De acordo com a Constituição Federal, artigo 5°, “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Ou seja, igrejas têm a garantia da lei de que o Estado não vai interferir nos seus ritos, cultos e celebrações, e irá proteger os locais de culto. Atenção: essa regra vale para templos de todas as religiões.

Isenção de alguns impostos

Por prestarem relevantes serviços à comunidade, é comum que governos municipais, estaduais e até mesmo o federal prevejam alguns tipos de isenções, como o abatimento ou isenção do pagamento do IPTU. Há também a possibilidade de imunidade em relação ao Imposto de Renda (IR), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS), Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Para isso, a instituição religiosa precisa apresentar documentos ao poder público.

Como “nasce” uma nova igreja?

Agora você deve se perguntar: como nasce uma igreja? A priori, é preciso dizer que igreja, no seu termo original, ekklesia, não significa templo. Igreja (ekklesia) é a comunidade de pessoas que professam sua fé em Jesus Cristo. Assim, a igreja nasce toda vez que nasce um cristão ou uma cristã. Mas falando em termo popular, igreja enquanto templo, cada igreja tem um processo de “nascimento” diferente da outra.

Na católica, por exemplo, para que uma paróquia seja aberta é necessário a autorização da Diocese responsável por aquela região. No caso das evangélicas, se ela for uma ligada à uma Convenção, geralmente a referida Convenção envia missionários àquela região onde se presente estabelecer uma igreja. E quando houver um número importante de membros, daí é erigido/alugado um espaço de culto.

Há também igrejas independentes, que nem é católica, nem está ligada a uma igreja evangélica tradicional. Neste caso, a igreja pode “nascer” a partir de cultos nos lares de pessoas que, com o fundador ou a fundadora, desejam iniciar um novo ministério.

Tem igreja sem banco!

Antes da Reforma Protestante as igrejas não tinham bancos. Foi a partir dos reformadores que as igrejas, incluindo as católicas e ortodoxas, passaram a adotar esse “adereço” dentro dos templos. Ainda hoje, sobretudo entre ortodoxos, é comum encontrar igrejas ainda sem banco, e o fiel fica de pé durante todo o serviço religioso – mas, atenção: mesmo nessas ortodoxas há bancos para idosos, doentes e debilitados.

O que colocar na decoração?

Mas, cá pra nós: bancos trazem um conforto legal, né? Além de nos poupar de passar o culto ou a missa de pé, eles ainda podem dar um toque elegante à decoração.

E por falar em decoração, o que pode e o que não pode na igreja? Não há regra, pois cada comunidade religiosa irá adotar padrões de decoração que reflitam sua doutrina.

As igrejas católicas costumam adornar os templos com lindos vitrais, belas pinturas e imagens que remetem a momentos importantes do cristianismo. Algumas protestantes mantiveram os vitrais, mas abdicaram das pinturas e das imagens. Há, ainda, movimentos evangélicos que preferem não colocar nenhum ícone decorativo. Outros apostam numa estrutura mais moderna, com um paisagismo exterior bem trabalhado.

Qual tinta usar para pintar a igreja?

Assim como na questão da decoração, quando falamos de tinta, realmente cada comunidade vai adotar aquela que mais convém – de acordo com o costume daquela localidade e com as possibilidades econômicas também. A grande dica é: optar por uma tinta durável, que não tenha cheiro (pois há fiéis alérgicos) e que seja “em conta”. As tintas minerais se encaixariam perfeitamente aqui.

Em relação ao tom, aqui o cuidado deve ser redobrado, pois sabemos que tem colorações (tipos de tons) que podem até “entristecer” as pessoas – dependendo do tanto de tempo que passamos em um local com aquela cor.

Cores quentes podem trazer sensação de alegria, descontração, agitação e, em excesso, ansiedade. Já os tons frios ajudam a trazer um clima de tranquilidade, calma, relaxamento e esperança. Mas se a dose for excessiva, vai prejudicar pessoas com quadro de melancolia ou até mesmo depressão.

E se for obra de restauração?

Se for obra de restauração, é importante manter o mesmo tom do original. Escolher uma marca que seja durável também é interessante, já que obras em locais tombados exigem uma série de requisitos, e ter de refazer a pintura porque escolheu uma tinta ruim pode dar uma dor de cabeça muito grande.

Tinta mineral da Kröten

Escolher a cor de tinta que vamos usar para pintar a igreja pode ser uma missão de muita responsabilidade, já que sabemos a importância que esses templos têm para as pessoas. Por outro lado, também é um desafio, pois nem todo mundo tem os mesmos gostos… e uma cor que agrada a um pode não ser do agrado do outro.

Nesses casos, o melhor mesmo é tentar um consenso com a comunidade, seguir o tom pintado anteriormente ou, se for o caso, obedecer àquilo que as normas de construção da igreja determinam. Em todos esses, nós podemos ajudar você.

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Foto: Pixabay

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